Elas querem se cuidar. E estão cada vez mais bonitas por causa disso.

No Dia Internacional da Mulher, um questionamento acompanhado de uma reflexão: Quais são as principais semelhanças e diferenças entre as mulheres do passado e as mulheres do século XXI? Quando se fala nos tratamentos dermatológicos, estes debates se acentuam e mostram uma profunda transformação, como destaca a médica dermatologista Dra. Hellisse Bastos.

Não é segredo para ninguém que o Dia Internacional da Mulher é marcado pela luta de igualdade entre homens e mulheres. A mulher moderna conquistou o direito a esta equivalência, mas o que percebe é que tal realidade só se aplica em relação às leis trabalhistas.

Como bem destaca a médica dermatologista Dra. Hellisse Bastos, a mulher segue com multifunções para cuidar: “Sim, ela continua sendo a dona do lar, cuidando da casa e dos filhos com muita garra e dedicação. Além disso, ela tem uma jornada ampla de trabalho que veio para poder equivaler estes direitos conquistados ao longo dos anos”. Porém, nem tudo é benéfico nesta situação: “Ela acaba ficando mais vulnerável ao estresse por ter que dar conta de tantas demandas”, lamenta.

Por outro lado, uma das grandes aliadas para as mulheres se sentirem bem e com a autoestima bem elevada é a dermatologia: “Agora é possível a mulher preservar a sua beleza e a sua juventude com procedimentos que são facilmente realizados, e isso traz ainda grandes benefícios para a saúde mental”, reforça a médica.

Devido à grande rede de recursos que existem na área atualmente, Dra. Hellisse acredita que esta variedade tem trazido uma grande vantagem às mulheres: “Elas estão cada vez mais autoconfiantes, mais seguras de si e dispostas a investirem nos procedimentos estéticos. E o mais interessante é que as mais velhas estão cada vez mais decididas a fazer isso, o que acaba inspirando as mais jovens a também se preocuparem com estes cuidados”, reforça.

Além disso, Dra. Hellisse reforça o quanto é interessante perceber a mudança de mentalidade ao longo dos anos: “Vale lembrar que antigamente a beleza feminina era vista meio como um tabu muito grande. As mulheres se sentiam boicotadas por se cuidarem e acabam sendo julgadas por isso”.

Agora, em pleno 2021, a história é completamente diferente, destaca a médica: “Agora elas estão cada vez mais se cuidando e olhando para dentro de si. Tudo isso tem sido fundamental para que elas possam seguir com essas conquistas que foram adquiridas com tanta luta”, completa.

Um detalhe que a Dra. Hellisse destaca é que “comparativamente ao homem, a mulher envelhece mais cedo. Por questões fisiológicas e hormonais, a mulher que não se cuida, não se trata, acaba perdendo essa batalha, pois este processo acontece mais cedo nelas do que com eles”, explica.

Diante deste contexto, a dermatologista reforça a importância dos procedimentos dermatológicos e estéticos para desacelerar o envelhecimento do ponto de vista médico: “Nutrindo o corpo e diminuindo esta perda anual do colágeno, por exemplo, é algo que traz uma série de benefícios para as mulheres, como dito até aqui”.

Se por um lado no passado não muito distante a mulher de 60 anos era comparada “à vovó do Sítio do Pica-Pau Amarelo, aquela senhora obesa, sem muita perspectiva de mudança, hoje a história mudou”, destaca Dra. Hellisse. “Hoje a mulher com essa idade está linda, atraente, quer viajar o mundo, conhecer novas culturas, novas pessoas e se descobrir. Então essas são as principais diferenças da mulher de antigamente para essa de hoje”, finaliza.

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