Jaguares se destaca pelo empoderamento inclusão no mundo dos games em ascensão

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Na pandemia, a procura por e-Sports cresceu e existem times de games preocupados com a inclusão de classes menos favorecidas até como fonte de trabalho e renda.

De acordo com o portal Statista, espera-se que em 2023 esse mercado chegue a 1 bilhão de dólares. Para quem não o conhece, e-Sports são esportes eletrônicos que vem cada dia mais conquistando fãs que sonham em viver disso ! Por ter se tornado uma febre nos últimos meses diversas empresas estão buscando investir em espaços publicitários dentro dos campos de batalha online e assim investir em jogadores, logo, se tornando uma área de interesse para milhares de pessoas por conta da rentabilidade. Segundo um estudo da Newzoo, os e-Sports tiveram cerca de 453 milhões de espectadores em 2019, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior e hoje já movimenta mais de US $150 bilhões.

“Temos os servidores, onde as pessoas entram no campo virtual para jogar com outros jogadores e lá dentro do campo de batalha virtual vendemos espaços publicitários, onde as marcas buscaram mais nessa pandemia”, afirma Stella, CEO da Jaguares, uma organização de e-Sports, que desde 2016 forma atletas de jogos virtuais, promove eventos on-line e off-line, realiza campeonatos próprios, oferece servidores de para jogarem, possui também uma rede de streamers e influencers, administra uma comunidade com público de diversos games, além de uma equipe própria de atletas no Brasil e Alemanha, que está conseguindo adotar novas estratégias de marketing para ampliar sua atuação e de seus patrocinadores.

Com a audiência batendo recordes na internet, as competições entre times profissionais de games online têm chamado, cada vez mais, a atenção de empresas e marcas renomadas, um exemplo que temos é o game LoL ( League of Legends ) que segundo o relatório da Stream Hatchet, especializada em análise de dados de streaming de games e eSports, a decisão final do game em 2020 bateu cerca de 342 mil pessoas conectadas simultaneamente.

E isso vai de encontro a um tema extremamente marcante nos dias de hoje: inclusão e diversidade nos esportes. Segundo uma pesquisa divulgada pela Agência Brasil, mulheres sofrem preconceitos não só nos esportes online: “Comecei quando tinha 6 ou 7 anos. Ia pra casa da minha avó e meu primo fazia bolinha com meia. A gente ficava jogando na sala. Na minha infância, eu sempre joguei na rua. No colégio em que estudei, fazia treino junto com os meninos. Jogo no videogame também. E não parei. Sempre gostei”, contou. “Os meninos me chamavam de moleque porque eu jogava, mas eu nunca dei ouvido a isso” afirma a bancária Bruna Garcia.

Além disso, o público LGBT também recebe uma oportunidade no time da Jaguares, por exemplo. ”Eu, como, homem trans e psicólogo, eu não consegui emprego na minha área. A Jaguares me deu oportunidade para trabalhar com o que eu amo, quando ninguém me estendia a mão pra isso pelo fato de eu ser dessa classe” diz Jhony.

Outra área que não podemos deixar passar sem ao menos citar, é a inclusão de classes mais pobres neste esporte considerado caro até então, está sendo inserido nas comunidades em diferentes formas para que essas pessoas que tem a vontade e garra de entrar pro time, tenham também a oportunidade de mudar a sua vida como tantos outros fizeram, um dos motivos do aumento da busca por novos formatos de trabalho foi o aumento do desemprego, cerca de 27% de acordo com o IBGE, um fato que assusta grande parte da população fazendo com que buscassem novas formas de se sustentarem e uma parcela destes indivíduos encontraram nos games onlines uma forma de se distrair e até mesmo se manter e pagar suas contas!

Fontes:

Agência Brasil – https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-06/mulheres-relatam-historias-de -preconceito-ao-jogarem-futebol-nas-rua

Imprensa concedida por: Roberta Nuñez – RN Assessoria Imprensa

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