Plástica na Medida Certa: O Bom Senso Para Melhores Resultados, recomenda Dr. Marcos Teixeira

Quem nunca pensou em mudar algo na aparência? O desejo pela ‘forma ideal’ leva pessoas de diferentes partes do mundo às salas de cirurgia, para reparar algum aspecto ‘incômodo’ no corpo, mudar algo na aparência, ou até mesmo passar por uma ‘transformação’. Seios fartos e volumosos, bumbum arrebitado e barriga chapada é o sonho de qualquer mulher em busca da silhueta perfeita. Mas antes de desejar a melhor forma estética, é preciso ressaltar que são vários os riscos que envolvem os exageros e a falta de bom senso na busca da beleza.

A Cirurgia Plástica pode ser algo muito bom, mas em contrapartida é importante que o médico diga ao seu cliente a hora de parar. O paciente não conhece a causa e efeito dos procedimentos, por isso o cirurgião deve compartilhar seu conhecimento como profissional para que o paciente entenda que tal conduta pode não ter o resultado esperado.

Inúmeros casos já repercutiram na mídia pelo exagero nas cirurgias. A busca pela perfeição atravessa o limite psicológico de muitas pessoas que buscam através da cirurgia atingir a ‘forma perfeita’, o padrão de beleza mundial. Pessoas que adquirem um “vício” em Cirurgia Plástica e acabam com a aparência deformada; “o desejo da perfeição vai além; muitas dessas pessoas não conseguem nem perceber o exagero. Daí o papel do médico ao informar e ter critérios ao entrar numa cirurgia.

Não existem limites para se realizar uma plástica por ano, mas o bom senso e a ética médica devem reger constantemente essa busca pela silhueta perfeita. E, entre uma cirurgia e outra, é necessário respeitar o tempo de recuperação para evitar complicações e para evitar que o paciente tome uma atitude precipitada, sofrendo de arrependimento mais tarde.

Obs: Nenhuma das informações contidas na publicação substituem a consulta médica.

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